Camila Jara (PT-MS) nega que tenha “nocauteado” o deputado mineiro e que “reagiu ao empurra-empurra da mesma forma que qualquer mulher reagiria”
Em nota, a petista negou que tenha agredido o colega de Câmara. Segundo Camila, o que ocorreu foi um esbarrão em Nikolas no momento da confusão do fim da sessão. “A deputada, com 1,60 metro de altura, 49 quilos e em tratamento contra um câncer, foi injustamente acusada de ter nocauteado o parlamentar com um soco”, disse.
“A deputada federal Camila Jara vem a público esclarecer que reagiu ao empurra-empurra da mesma forma que qualquer mulher reagiria em um tumulto, quando um homem a pressiona contra a multidão. Não houve soco ou qualquer outro ato de violência deliberada, como alardeado nas redes sociais por publicações direcionadas”, completou.
A deputada ainda afirmou que está sendo alvo de uma campanha de ódio nas redes sociais com ameaças a sua integridade física. Ainda de acordo com a nota, a Polícia Legislativa precisou ser acionada para garantir a segurança da parlamentar na manhã desta quinta-feira (7/8) e que a escolta policial também será solicitada no Mato Grosso do Sul.
“A deputada Camila Jara reforça que não será intimidada pelo ódio dos que desrespeitam a democracia. A coragem e o diálogo são marcas do trabalho da parlamentar, que jamais se acovardará diante das injustiças”, completou.