Vacinação contra gripe avança em Macaé, mas cobertura ainda é baixa entre público prioritário

folhafluminense
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campanha de vacinação contra gripe segue em andamento em Macaé, com foco nos grupos mais vulneráveis à doença. A iniciativa da Secretaria Municipal de Saúde tem como objetivo reduzir os casos mais graves da Influenza, antes da chegada do inverno, período em que aumenta a circulação do vírus.

De acordo com os dados do programa de imunização, mais de 10 mil pessoas já receberam a dose no município. Deste total, cerca de 7,8 mil fazem parte do público prioritário, formado por crianças pequenas, idosos e gestantes. Apesar do avanço, a cobertura vacinal desse grupo ainda está em trono de 13,7%, número considerado abaixo do ideal.

A coordenadora do programa, Lorrainy Fagundes, informou em nota, que a vacina é uma das principais estratégias contra complicações causadas pela doença. Segundo ela, a imunização afeta diretamente para a diminuição de internações e mortes causadas pela gripe.

A vacinação é gratuita e está sendo distribuída em diferentes postos da rede de saúde pública do município, como nas unidades da Estratégia de Saúde da Família (ESF) e Unidade Básica de Saúde (UBS), na sala de vacina do Pronto Socorro do bairro Aeroporto e na Casa da Vacina.

Pessoas que tiveram diagnóstico recente da Influenza devem aguardar um intervalo de 30 dias para receber a dose. Já nos casos de pacientes acamados, familiares ou cuidadores podem solicitar a aplicação em domicílio diretamente nas unidades de saúde dos bairros.

Onde não há unidades estratégicas de saúde ou unidades básicas de saúde, o agendamento pode ser feito por telefone ou presencialmente na Casa da Vacina, em Imbetiba.

A Influenza é uma infecção respiratória que se espalha rapidamente, por meio de gotículas ao falar, tossir ou espirrar. Em alguns casos, pode evoluir em diagnósticos mais graves, levando à morte as pessoas com maior vulnerabilidade, como idosos e pacientes com doenças crônicas.

A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é imunizar pelo menos 90% dos grupos prioritários em todo o Brasil. Além desse público-alvo preferencial, o governo também incluiu os profissionais da saúde, professores e pessoas com comorbidades e deficiência permanente, entre outros segmentos.

Wallef Padilha, estagiário sob supervisão do repórter João

Foto/Divulgação: Foto de estoque livre de direitos autorais

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